Veja como o propósito da VAGAS.com foi definido e como é vivido na prática

Você já parou para pensar qual é o seu propósito no trabalho? Quais são os motivos que te fazem levantar da cama todos os dias para exercer uma atividade? Para alguns, trata-se de mera transação entre a força de trabalho e a remuneração recebida, mas, para outros, há um sentido maior no serviço, gerando um valor agregado para a sociedade.

Por que precisamos de um propósito no trabalho?

Para o escritor norte-americano, Ralph Waldo Emerson, “o propósito da vida não é ser feliz. É ser útil, ser honrado, ser compassivo, ter alguma diferença em viver e viver bem”. Esse pensamento pode parecer confuso, mas ajuda a responder à pergunta: “por que trabalhamos?”.

Digamos que você atue com gestão de pessoas em uma empresa de cosméticos. Você simplesmente poderia dizer que seu trabalho é recrutar pessoas. Mas, convenhamos, é muito mais forte falar que sua função é selecionar os funcionários certos que ajudarão a criar produtos que tornam as pessoas mais bonitas. Eis o famoso propósito no trabalho: encontrar motivos em que produzam um benefício coletivo.

E o propósito da VAGAS.com é levado a sério. O fundador da empresa, Mário Kaphan, explica que a organização, de certa forma, já nasceu com propósito, só não se sabia disso na época. “Queríamos identificar uma atividade a qual pudéssemos participar de sua reformatação à luz da internet e da tecnologia”, explica. A escolha foi pela atividade de recrutamento e seleção.

Propósito da VAGAS.COM

No fim da década de 1990, era quase artesanal o processo de R&S. As empresas publicavam suas vagas em jornais e esperavam os candidatos entrar em contato, com envio de currículos pelos Correios. Perdia-se muito tempo com essa seleção manual de CVs impressos e o processo acabava sendo muito regionalizado.

“Queríamos gerar um impacto positivo em algo tão delicado como o emprego. Sabíamos que se fizéssemos um bom trabalho contribuiríamos para um ativo tão significativo às pessoas e à economia”, lembra.

Eis que, em 2010, a empresa decidiu reescrever seus marcos filosóficos. “Ser a referência em soluções tecnológicas para recrutamento e seleção seria a nossa visão se acompanhássemos o lugar comum.” Mas, como ressaltado por Kaphan, essa visão não diz nada. “Em vez disso, resolvemos declarar a diferença que queríamos gerar no mundo”, explica.

A visão da VAGAS acabou sendo definida por “pessoas encontrando as melhores empresas e empresas encontrando as melhores pessoas”. A ideia era contribuir para esse ciclo virtuoso, que norteava verdadeiramente os trabalhos na organização.

Foi apenas em 2017 que o propósito, que no fundo sempre esteve presente na VAGAS, ganhou vida com palavras. Observando a crença básica da organização de que nada é mais relevante do que fazer escolhas, a redação do propósito foi delineada da seguinte forma: “Contribuir para um mundo onde pessoas escolham melhor o seu trabalho e em que empresas possam escolher melhor as suas pessoas”.

Kaphan ressalta que não adianta apenas batizar um propósito, a organização precisa vivê-lo na prática. Ele afirma que o propósito é, inclusive, critério seletivo para a escolha dos colaboradores na VAGAS.

E muitos candidatos selecionam a empresa justamente por conta dessa conexão em contribuir para o Futuro do Trabalho. Esse foi o caso de Lígia Hacker, que atua na área de gestão de pessoas da VAGAS. Ela, que tinha um histórico em multinacionais, queria trabalhar com algo que tivesse impacto social. Foi aí que ela descobriu a VAGAS e houve um match natural.

E a força de um propósito verdadeiro é um dos principais focos da área de gestão de pessoas na atualidade. Isso porque o reflexo dessa conexão entre colaboradores e empresas gera lucro. Nos próximos posts vamos contar um pouco mais sobre essa equação. Apenas um pequeno spoiler sobre a questão: levantamento da consultoria EY identificou que empresas que têm propósito forte entregam um retorno 10 vezes maior para seus acionistas.