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Entenda por que ter as pessoas certas no lugar certo pode fazer a diferença nesse mercado altamente competitivo

Acertar na contratação de profissionais é pré-requisito para alcançar bons resultados em praticamente todos os mercados. Quando se fala em contratações no segmento farmacêutico então, a necessidade de acertar é ainda maior. Afinal, esse é um mercado extremamente competitivo, que vive em constante e acelerada evolução e ainda tem de lidar com assuntos regulatórios, que muitas vezes atrasam os cronogramas e geram imprevistos. Nesse segmento, ter a pessoa certa no lugar certo pode fazer a diferença entre atingir ou não a meta anual – ou até entre o sucesso ou o fracasso de uma empresa.

“Na indústria farmacêutica, por exemplo, cada peça é chave para o negócio como um todo”, afirma Naiara Jacobina, consultora da Michael Page, empresa especializada no recrutamento e seleção de executivos de média e alta gerência. Para ela, com acertar na contratação tem um impacto estratégico no médio e longo prazo com certeza.

Pedro Moxotó, gerente da divisão de Ciências da Vida da Hays, também especializada em recrutamento, concorda. “Em qualquer indústria, uma boa contratação traz impacto positivo”, diz ele. “A farmacêutica, em especial, depende de boas contratações em todas as fases, desde a pesquisa e desenvolvimento até o lançamento do produto”, afirma ele. Ou seja, é preciso contratar bem em todas as áreas para que o melhor produto seja lançado, no timing certo, com a divulgação a geração de demanda adequadas para fazer as vendas acontecerem.

Por que contratações no segmento farmacêutico são um desafio

O recrutamento nessa área, no entanto, não é tarefa simples. Embora o segmento farmacêutico ofereça remuneração e pacote de benefícios acima da média de outros mercados, encontrar profissionais para preencher suas vagas é um grande desafio.

Para começar, existe uma disputa interna por profissionais altamente qualificados que já conheçam o mercado e seus aspectos técnicos. “O profissional da indústria farmacêutica, que compõe as áreas de negócios, é altamente estimulado a se desenvolver, por isso encontramos perfis altamente qualificados, mas em um mercado bastante competitivo”, afirma Naiara, da Michael Page. A exigência, ela diz, é por profissionais capazes de construir sólidos e longos relacionamentos com o mercado, que possuem resiliência para assumir um processo de vendas menos acelerado e tenham boa habilidade persuasiva para envolver stakeholders internos e tomadores de decisão. “O pool se limita ainda mais, por exemplo, quando falamos de profissionais com inglês, principalmente quando eles crescem em indústrias nacionais ou não têm interação com a língua na posição”, explica.

E essa disputa interna deve se acirrar ainda mais nos próximos anos, se a expectativa de crescimento para o mercado farmacêutico se concretizar. Dados da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) apontam que, em 2017, o Brasil ocupava o sexto lugar no ranking do mercado farmacêutico mundial, atrás apenas dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França. Para 2022, a expectativa é de que o país ultrapasse a França e fique em quinto lugar no ranking mundial, com crescimento entre 5% e 8% no período de 2018 a 2022.

Uma alternativa é buscar profissionais em outros segmentos. Algumas empresas tentam trazer profissionais bens de consumo, por exemplo, para áreas de inteligência de mercado ou comercial. Pode funcionar bem porque esse profissional costuma ter um perfil mais dinâmico que o do segmento farmacêutico. No entanto, é possível também que ele não se adapte a algumas peculiaridades do segmento que tem processos mais estruturados, depende de muitas aprovações e toma decisões de forma mais morosa. “Pode ser frustrante”, afirma Pedro, da Hays.

Outra possibilidade é investir em profissionais que tenham a formação técnica ideal mesmo que não tenham experiência de mercado. Médicos, por exemplo. E então a área de R&S esbarra em outro desafio: encontrar profissionais formados em Medicina que tenham perfil comercial, interesse corporativo e competências de comunicação bem desenvolvidas. Outro desafio e tanto, não?

VAGAS for business pode ajudar a área de R&S do segmento farmacêutico

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