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Fuja da era das trevas do recrutamento e da seleção. Veja como novas tecnologias e mindset de tomada de decisão baseado em dados auxiliam nessa estratégia

Em algumas organizações, o processo de recrutamento e seleção ainda é reativo. Não há gestão precisa na estratégia de R&S e a procura por talentos começa apenas quando alguém sai da organização ou quando a área demandante pede um novo colaborador. Nesse caso, a tática é correr contra o tempo: fazer um perfil rápido, com divulgação quase que instantânea para preencher logo a vaga. Essa corrida pode até ser emocionante, mas os resultados não são lá muito satisfatórios.

A estratégia de negócios da sua empresa pode desmoronar se você não contar com as pessoas certas, aquelas que têm as habilidades precisas na hora exata. Isso significa que o trabalho de recrutamento e seleção não pode ser uma reflexão tardia. A boa notícia é que a era das trevas do R&S está quase chegando ao fim. Novas tecnologias e mindset com foco na análise de dados estão soterrando essa prática pouco eficaz.

O cruzamento de informações, com dados sobre a lucratividade das empresas, diagnosticou o que, na prática, todos já sabiam: é preciso capital humano habilidoso e engajado com suas causas para o crescimento dos negócios. Essa virada de chave deu subsídios para a área de R&S se tornar um diferencial competitivo nas organizações. Destacamos neste artigo algumas estratégias matadoras para que o departamento de recrutamento e seleção seja o braço tático da companhia.

 

  1.     Como se antever às necessidades

 Digamos que você acabou de fechar uma vaga de executivo de vendas com foco no desenvolvimento de novos mercados. Muitos candidatos passaram por seu processo e, com a ajuda da tecnologia correta, dados importantes sobre esses profissionais foram arquivados, tais como soft e hard skills, fit cultural, entre outros. Nutrir esse CRM de profissionais com conteúdo relevante sobre a sua organização pode te ajudar a ganhar tempo em um próximo processo.

 Na Plataforma de Recrutamento do VAGAS for business, você encontra as ferramentas ideais para se manter conectado a esse capital humano. No programa é possível que a organização personalize um site exclusivo, com a identidade visual da empresa, para a comunicação com os candidatos. É um lugar onde o profissional vai encontrar informações a respeito de vagas, processos de seleção, programas internos, propósitos, posicionamento e linguagem da organização, bem como os benefícios tangíveis e intangíveis.

Vale a pena lembrar que recrutar cargos em alta demanda leva tempo e o melhor talento é geralmente passivo. Por isso, é importante investir em employer branding, nutrindo seus candidatos e aumentando organicamente o interesse deles por sua companhia. Dessa forma, quando chegar o momento da contratação, haverá uma lista completa de candidatos já interessados nas vagas.

 

  1.     Otimização de tempo e tarefas

 Um dos principais desafios do processo de gestão de talentos enfrentados pela equipe de R&S é o tempo perdido com trabalhos operacionais, tais como análise de currículo e triagem. A tecnologia está aí para eliminar essa burocracia. Basta o recrutador mostrar ao software quais são os pontos (e filtros) que ele deseja analisar nos currículos para que a máquina faça a primeira seleção em meio a um mar de profissionais.

 Para lidar com o problema do trabalho operacional, a VAGAS usa a inteligência artificial. Hoje, em sua Plataforma de Recrutamento, há o mecanismo chamado de Ranking Inteligente — que vai elencar os candidatos com maior match para a vaga a partir de dados fornecidos pelos recrutadores, tais como formação, nível do idioma e experiência — eliminando a primeira triagem de currículos.

 A ferramenta da VAGAS também fornece mais um benefício que otimiza o tempo do recrutador: a vídeo entrevista. É possível solicitar aos candidatos a gravação de vídeos, sem que eles precisem se deslocar até o local do recrutamento. Utilizando qualquer device, o profissional filma suas respostas, de acordo com o tempo e as palavras-chave previamente delineadas, e, assim, tem sua pontuação ranqueada com a ajuda da inteligência artificial. E o mais importante: o recrutador poderá compartilhar o vídeo com o executivo da área demandante da vaga e já selecionar os candidatos para a entrevista presencial.

 É quase impossível para o ser humano analisar todas as nuances de currículos e de profissionais para tornar a comunicação com os candidatos mais pessoal. Usando tecnologia automatizada, ele pode se concentrar em construir relacionamentos, deixando a parte burocrática para um robô, e, com isso, trazer os melhores talentos para sua organização.

 

  1.     Análise e cruzamento de dados

 Saber se o profissional que o negócio precisa para crescer está disponível no mercado no momento necessário, quanto tempo vai demorar o processo e quais são seus custos, além de qual é a faixa salarial do mercado para esse tipo de vaga. Esses são dados que o recrutador precisa ter em mãos para apresentar à área de negócios a fim de tomar a decisão em conjunto e tornar o processo mais estratégico.

 Na Plataforma de Recrutamento da VAGAS, há ferramentas que ressaltam os principais indicadores do processo seletivo, auxiliando a área de R&S a tomar decisões baseada em dados e fatos. Recentemente, a VAGAS lançou também um novo dashboard com gráficos mais intuitivos e com a possiblidade de fazer cruzamento de informações com exportação de tabelas no Excel.

 Estas são táticas de longo prazo com altas recompensas. Quanto antes o recrutador entrar na estratégia de negócios, mais cedo essas técnicas poderão ser colocadas em prática e os retornos positivos para o negócio serão obtidos.

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