Com a chegada da pandemia, há um grande destaque na utilização de entrevista online e videoentrevista. O objetivo é garantir que as etapas do Recrutamento e Seleção sejam feitas completamente online, o que evita contato físico e deslocamentos desnecessários frente ao cenário de isolamento social imposto pela quarentena.

Estes dois modelos podem ser escolhidos em contextos diferentes. Ambos são muito importantes para a condução dos processos seletivos, mas é importante entender a diferença entre eles e o momento no qual cada um deve ser aplicado.

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Como funciona a entrevista online?

Entrevistas online são chamadas em vídeo executadas em formato de entrevista. Elas podem ser feitas com ferramentas básicas de videoconferência.

Esse tipo de recrutamento online é forte candidato para substituir as entrevistas presenciais. Com ele, há a possibilidade de manter organização e controle, só que dentro de um contexto totalmente digital.

Muito além de ser aplicada no período de quarentena, o formato de entrevista online veio para ficar. Com ela, é possível otimizar o tempo da sua equipe e dos profissionais que serão entrevistados.

Além disso, pode-se facilmente ampliar o seu escopo de captação de talentos, de modo a impactar e engajar pessoas de diferentes regiões, visto que não é necessário se deslocar para mostrar o potencial em uma entrevista.

Mas não dá para olhar só para o lado positivo: há grande necessidade de garantir que candidatos e entrevistadores tenham o mesmo engajamento e empatia que teriam no presencial. Esse é considerado um dos grandes desafios. Por isso, separamos algumas dicas para conduzir entrevistas online:

  1. Faça um teste técnico da ferramenta de videoconferência antes da entrevista real;
  2. Alinhe detalhes previamente com seus candidatos e não pegue ninguém de surpresa;
  3. Tenha sua entrevista muito estruturada e ensaiada para não  gerar insegurança aos participantes do processo;
  4. Faça uma avaliação justa e alinhada a todos os candidatos, sem improvisos que possam aparentar vieses e preferências;
  5. Tenha sempre um plano B em mãos, caso a conexão caia.

 

Como funciona a videoentrevista?

As entrevistas em vídeo previamente gravadas também são muito vantajosas tanto para times de R&S quanto para candidatos.

Esse formato se diferencia da entrevista online pois as perguntas são definidas previamente pelos recrutadores e recrutadoras. Já as respostas são gravadas em vídeo pelos candidatos de cada processo seletivo.

Diferentemente das entrevistas online, na videoentrevista candidatos e entrevistadores não conversam ao vivo, o que confere maior flexibilidade e liberdade para a gravação do vídeo por parte dos profissionais.

 

As entrevistas em vídeo também ajudam muito na triagem dos candidatos, pois permitem que o RH tenha uma visão mais aprofundada de cada um. Com muito mais tempo e cautela, a equipe de recrutamento consegue avaliar melhor o nível de compatibilidade com a vaga e atribuir notas individuais. 

Ao aplicar perguntas estabelecidas previamente aos candidatos, há garantia que todos tenham a mesma oportunidade de forma igualitária e sem vieses inconscientes.

Além de todos os benefícios já apontados, há também enorme consistência no processo de entrevista, permitindo que a avaliação das respostas seja conduzida de maneira justa.

Separamos também algumas dicas para conduzir a videoentrevista:

  1. Pense com muito carinho e cuidado nas perguntas que serão feitas previamente a candidatos e as deixe bem alinhadas aos principais critérios de recrutamento;
  2. Menos é mais. Elabore uma quantidade suficiente de perguntas para garantir que seja aferido o que é mais importante nos candidatos;
  3. Destaque as vantagens da videoentrevistas para os profissionais, afinal, eles também merecem saber o quanto o seu R&S é visionário.

 

Quando usar entrevista online e videoentrevista?

Apesar de terem o mesmo objetivo, o de qualificar candidatos para os seus processos seletivos de forma totalmente online, entrevista em vídeo e videoentrevista podem ser aplicadas em momentos diferentes de um mesmo processo seletivo.

A entrevista online, por exemplo, pode ser feita como substituta da entrevista presencial. Já a videoentrevista, que possibilita mais cautela nas análises e observações, pode ser aplicada em uma etapa prévia da entrevista final, pensando especificamente em reduzir o número de candidatos e o tempo destinado às conversas individuais.

Mas, é claro, quem dita as melhores práticas para utilizar essas ferramentas sempre é o time de R&S.

O importante é ter em mente que esses formatos vão ao encontro do novo momento gerado pelo impacto da pandemia da Covid-19 e que vieram para ficar. Além de ter consciência, é claro, de que entrevista online e videoentrevista oferecem ganhos consideráveis para o R&S e os candidatos, ampliando o alcance das vagas, otimizando o tempo de ambos e trazendo mais confiança ao evitar deslocamentos perigosos.

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